
A ela pertence tudo. Ele não gosta de ser pressionado. Ela clara na sua intenção, já ele mistérios são o que o caracterizam. Quer um quer outro suscitam muita curiosidade ao seu enteado, ... ou ... filho (!), o ser humano. Trata-se de uma matriarca que tudo põe e dispõe para que seu filhinho cresça, na verdadeira acepção da palavra, e cujo marido, não é mais que um pai ausente. O filhinho sabe que ele existe, mas apenas numa sua idealização. Não é mais que um modelo, algo a alcançar. Em nome desse algo, o filhinho decide não crescer como sua Mãe quer, começa a achar-se dono dos bens da mãe, chega ao cúmulo de lutar contra ela. Claro, já se está a ver qual é o resultado, a perda. O filhinho perde (acha ele) aquilo que nunca foi dele (é tudo da mãe). A mãe por vezes tem de chamá-lo à razão. Hoje, cada vez mais os filhinhos são abanados para acordarem do seu estado de inconsciência.
Vale a pena aprender a usufrir do que a vida nos dá e perceber que por vezes ela tira-nos algo que ainda queriamos continuar a usufruir. Porque será que isso acontece? ( a resposta está no futuro!)
--- Mendonça ---
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